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Checklist de planejamento logístico para o novo ano: antes, durante e depois da alta demanda
Todo início de
ano traz a mesma pergunta para quem vive a logística de perto: estamos
realmente preparados para os picos de demanda?
A verdade é que uma operação eficiente não se constrói apenas no momento do
volume alto. Ela começa antes, é testada durante o pico e precisa ser ajustada
depois.
Pensar a
logística como um ciclo, pré-alta demanda, pico e pós-alta demanda, ajuda a
evitar erros repetidos e a começar o novo ano com mais controle e
previsibilidade.
Antes da alta demanda: o momento de organizar
O período que
antecede a alta demanda é o mais estratégico de todos. É aqui que o
planejamento faz diferença.
Revisar o inventário, entender o giro dos produtos e identificar itens críticos
evita surpresas quando o volume começa a crescer.
Também é o
momento ideal para avaliar a ocupação do armazém, ajustar layouts, revisar
processos de recebimento e separação e alinhar expectativas com as áreas de
compras e vendas. Quanto mais claro estiver o fluxo antes do pico, menor será o
risco de gargalos depois.
Empresas que
ignoram essa etapa costumam entrar em alta demanda apagando incêndios. As que
se planejam, entram com controle.
Durante o pico: foco total em execução e visibilidade
Quando a alta
demanda chega, o principal desafio é manter o ritmo sem perder a precisão.
Recebimento e expedição acontecem ao mesmo tempo, os prazos ficam mais curtos e
qualquer erro ganha proporções maiores.
Nesse momento,
a visibilidade da operação é essencial. Acompanhar indicadores, manter o
estoque rastreável e garantir comunicação clara entre as equipes evita
retrabalho e atrasos. Processos padronizados e tecnologia ajudam a sustentar a
operação mesmo sob pressão.
Aqui, não é
hora de mudar o plano, é hora de executar bem o que foi preparado.
Depois da alta demanda: aprender para evoluir
Quando o pico
passa, começa uma das etapas mais importantes do planejamento: a análise.
É o momento de revisar o que funcionou, onde houve falhas, quais produtos
giraram melhor e quais ficaram parados.
Avaliar perdas,
tempo de atendimento, ocupação do armazém e desempenho geral da operação ajuda
a ajustar estratégias para o próximo ciclo. Quem pula essa etapa acaba
repetindo os mesmos erros ano após ano.
A logística
evolui quando os aprendizados do pós-pico viram melhorias reais nos processos.
Planejar é o que sustenta a performance
O novo ano não
começa no primeiro pedido, mas no planejamento.
Organizar a logística antes, executar com controle durante e analisar depois da
alta demanda é o que garante operações mais eficientes, menos custos invisíveis
e mais previsibilidade.
Na GARD,
trabalhamos com esse ciclo todos os dias, ajudando empresas a transformar
planejamento logístico em vantagem competitiva, não apenas em resposta ao
volume.
Porque
logística bem feita não depende de sorte. Depende de método.